quinta-feira, 18 de novembro de 2010

A mesa nova!

Conforme prometido, fotos da nossa casa agora com mesa!




Agora dá licença que vou encarnar a manicure e (tentar) fazer as unhas.
:D

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

O fim do sedentarismo

Já tem uns 3 meses que estou praticamente sedentária e isso, associado à minha escoliose, à minha crescente idade, à viagem, ao fazer e desfazer malas enormes e aos serviços domésticos, tem me causado muitas dores nas costas.
Por causa disso, resolvi que hoje seria o dia de deixar pra trás o sedentarismo e agora há pouco saí pra dar uma volta.

Hoje o céu tá aberto, então não está tão frio (depois daquele maravilhoso domingo, segunda e terça foram dias suuuuper frios, nublados e com muito vento).
Pois bem, cheguei no Te Papa, virei à direita, peguei o calçadão típico de beira mar e fui...
Aliás, hoje pela primeira vez senti cheiro de mar aqui! Bem mais sutil que nas praias brasileiras mas era um cheiro de mar (não que eu ache isso láááá muito bom, mas enfim, é estranho ver aquele mar enorme e inodoro).

Curiosidades:
- Tinha um pessoal podando árvores e uma GALERA parada pra assistir. E não, não tinha nada de interessante nem nas árvores nem na poda em si. Peguei um congestionamento na calçada...
- Curioso pra mim, óbvio: tinha gente nadando. Não me conformo desse povo entrar no mar com essa temperatura. Se ainda fosse numa água estilo Caldas Novas ainda vai... Confesso que até hoje não coloquei a mão na água do mar pra sentir a temperatura, e aliás tenho MUITO MEDO.
- Aqui ninguém precisa de esteira pra simular subida. É só dar a "sorte" de pegar um vento no sentido contrário. Teve hora que ele quase me levou pra trás (é sério!).
- Na volta vi o mendigo famoso daqui, sentado numa esquina aqui do centro, vestindo só uma tanguinha. Ele é tão famoso que tá até na wikipédia, olha só: http://en.wikipedia.org/wiki/Ben_Hana

Depois da caminhada de meia hora (começando devagar porque hoje ainda devemos ir jogar tênis mais tarde), sentei num banquinho, tomei um sol e voltei pra casa.

Hoje também deve chegar nossa mesa de jantar, e aí a casa está pronta!
Assim que ela chegar, prometo tirar umas fotos e colocar aqui pra vocês verem.
:D

domingo, 14 de novembro de 2010

Quinta-feira foi aniversário do Ben, que trabalha com o Guilherme, e rolou um churrasco na casa dele.
Essa casa é aquela onde o Guilherme passou o primeiro fim de semana, assim que chegou aqui. Uma graça... com uma vista de perder o fôlego:


O churrasco aqui é assim:
Você pega um monte de carnes, do jeito que elas vieram, e coloca na churrasqueira, sem sal, sem nada. Coloca também uns queijos e uns espetinhos de vegetais.
Faz umas saladas, assa uns pães com patês e pronto!
O que não me entra na cabeça é o pessoal daqui comer isso e não achar que tá faltando sal!!
Definitivamente o churrasco brasileiro é zilhares de vezes melhor (pro meu paladar brasileiro, é claro).

Nossos planos para sábado envolviam ir até uma cidadezinha que fica a 100km daqui assistir um show aéreo, mas amanheceu nublado... na verdade era mais uma névoa, com uma garoa estilo São Paulo, e a apresentação foi cancelada.
Resolvemos, então, ir conhecer o Jardim Botânico à tarde. Graham e Georgia, que também já apareceram aqui no blog, se juntaram a nós.
Por causa do tempo, talvez as fotos não façam jus à beleza do lugar, mas vamos lá:




Nessa casa de vidro tem uma lojinha e umas estufas. Uma delas, inclusive, simula o clima tropical com toda a vegetação característica. Me senti em casa :D





O trilho do bondinho, que vai do centro da cidade até o Jardim Botânico.


Oooooohn...



Ali acontecem eventos de música vez por outra
Antes de contar o que fizemos hoje, domingo, cabe esclarecer que quando estamos dentro de casa, o que nos dá parâmetro do clima lá fora é a lagartixa do tempo. Olha que meiga!


Hoje, quando acordamos e fomos lá ver o que ela dizia, nem acreditamos!! 24ºC!!!
Tive que abrir a porta da sacada pra acreditar que a lagartixa não estava doida!
Mais do que depressa trocamos de roupa (Guilherme colocou bermuda e camiseta) e fomos até a feira que tem todo domingo do lado do Te Papa (o museu que o André AMOU o nome, né não André?).

Vou confessar uma coisa: aquilo tinha que ter outro nome, porque FEIRA é uma ofensa!!
Eu não gosto de supermercado e DETESTO feiras (exceto pelos pastéis, que aqui não existem... ou pelo menos ainda não achamos), mas a feira daqui é suuuuper organizada, limpa, sem gritaria, sem gente esbarrando em vc.

Compramos umas verduras pra fazer uma moqueca, na volta compramos um kebab (que eu ainda não conhecia), almoçamos, tiramos uma soneca e saímos pra jogar tênis!
:D
Aqui tem um lugar muuuuito bacana com (eu acho) 21 quadras de tênis pra galera jogar, 'de grátis'!
Baixamos a capota do carrinho e fomos lá.

Tava um sol estilo Goiânia, quase sem vento, e ficamos lá brincando um tempo.

Sem blusa de frio hein!!
Jogamos até cansar, depois achamos um banquinho pra relaxar.


Na volta ainda tentamos ir ao Zoológico, mas estava meio tarde e o tempo estava fechando de novo. Outro dia voltamos lá mais cedo.
Pra vocês do Brasil, que estão começando agora o domingo, aproveitem!
Aqui já é quase noite, quer dizer, são 20h20, mas ainda não anoiteceu.
Um ótimo começo de semana pra vocês!
Abraços e beijos saudosos.

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Enfim, Nova Zelândia!

Pois é meu povo... cá estou.
Diante da curiosidade geral, primeiramente peço desculpas pela demora em dar notícias: é que os últimos dias não foram fáceis.
Vamos aos fatos.

Minha viagem durou exatas 35 horas, entre sair de Goiânia e chegar em Auckland (e depois mais 1 hora até Wellington, só que no dia seguinte).
Passei o dia num hotel em Guarulhos, já que cheguei lá às 9h30 e meu voo pra Buenos Aires só sairia às 22h.
Às 18h voltei pro aeroporto e, quando fui fazer o check-in, já me avisaram que o voo estava com um atraso MÍNIMO de 2 horas, e por causa disso as Aerolineas Argentinas me pagaram um jantar ótimo.
Nesse momento cheguei a QUASE sentir uma simpatia pelos argentinos, mas logo passou...
A partir das 23h, virou uma bagunça.
Na mesma hora que o voo constava como confirmado para 23h45, aparecia que não havia previsão e que os passageiros deveriam contactar a companhia aérea.
Mas cooooomo achar alguém das Aerolineas se o guichê estava fechado?
A cada 5 minutos mudava no painel o portão de embarque e cada pessoa que pedíamos informações nos dizia um horário diferente de chegada do avião.
Enfim... embarcamos 1 da manhã sem saber se perderíamos o próximo voo.

Chegando na Argentina, foi uma loucura. Saímos correndo pelo aeroporto com o pessoal da cia aérea nos apressando (eu ACHO que estavam nos apressando pelas caras de desespero e pelos gestos de "vaaaaammo cambada", porque sinceramente... não consegui entender lhufas do que eles falavam).
Todos já estavam no avião só esperando por nós, já com 1 hora de atraso.

Ok... dentro do avião... problema resolvido.
Foi o que eu pensei.

14 horas depois, Auckland.
Meio tensa com a imigração (por causa do que o Guilherme passou) cheguei no guichê. A única coisa que me perguntaram foi o que eu estava vindo fazer no país.
Respondido, carimbaram meu passaporte e pronto...
Corri pra pegar minhas malas.
Esperei, esperei...
723 malas passaram pela esteira e nada das minhas.
O pessoal indo embora, as mesmas malas na esteira e NADA das minhas.
Pensei: não é POSSÍVEL que isso está acontecendo!
Mas estava.

E lá fui eu, junto com outra brasileira, reportar o extravio de nossas bagagens.
Confesso que o que mais me preocupava nesse momento era o Guilherme lá de fora, vendo todo mundo sair menos eu.
A gente ouve sempre falar de extravio de bagagens, e que elas acabam sendo encontradas.

Ok, em Auckland, só com a roupa do corpo, mas com o mariiiiido!
Foi um alívio revê-lo depois de 2 meses e meio!
Pai, mãe, Helena: realmente a "tv" engorda!
hehehehehe
A gente sempre falava pra ele, via skype, que ele estava com o rosto gordinho, mas é só impressão mesmo.
Então não venham me dizer que eu estou gorda, hein?
:P

Ficamos num hotel lindo em Auckland, onde tiramos umas fotos (que estão no iphone do Guilherme, então mais tarde coloco aqui).
Primeiras impressões sobre a NZ: que é tudo muito limpo e organizado, que tem MUITO estrangeiro, que é TUDO diferente (as construções, as plantas, os carros com os volantes do lado errado e, claro, a mão inglesa) e que é frio. Um frio diferente do que acontece de vez em quando em Goiânia. Não sei explicar ao certo.

Segunda-feira pegamos o avião pra Wellington e, chegando aqui, fomos passear de conversível hehehe
Fomos ao supermercado (detalhe: limão a $19,80 o kg e kiwi a $2,00 um saco com uns 15) e depois subimos o Monte Victoria.

Andando na contramão :D
Aqui, morar no morro é assim...
Essa é pra minha mãe, que adora casas assim





Lá em cima tem um mirante que dá uma visão espetacular de Wellington. O problema é que tava ventando horrores, um vento que parece q vinha diretinho do polo sul.
Enquanto meus lábios ainda não tinham adormecido, fiz umas fotos:

Wellington
Olha que delícia! A gente mora bem em cima de uma mega falha geológica! :D
O porto
O aeroporto. Repare onde começa e onde termina a pista de pouso.
É ou não é bem Senhor dos Anéis??
Guilherme todo orgulhoso de seu conversível dourado
Dia seguinte, terça-feira, ainda nada de malas.
Pra me distrair (eu acho), depois do trabalho do Guilherme fomos dar uma volta pela cidade, passando pelo porto.
Detalhe é que aqui a maioria das pessoas trabalha até umas 17h30, e depois disso saem todos pra aproveitar o resto do dia, pegar um sol e tudo mais (até porque aqui só anoitece lá pelas 19h30).

Predinho simpático

Chegando no porto


Museu Te Papa




Essa arraia passou do nosso lado e tinha mais de 1 metro de envergadura
Quarta-feira de manhã... desespero total da minha parte.
E eis que toca o telefone do Guilherme.
Acharam minhas malas!!!
Fiquei tão feliz quando elas chegaram que o Guilherme fez questão de registrar o momento:

Só alegria!
Quarta à tarde, depois que o Guilherme saiu do trabalho, fizemos uns sanduíches, pegamos um refrigerante e saímos pra passear. Pegamos a estrada que vai contornando o mar... saca só o visual:





Então encontramos esse parquinho e paramos pra lanchar:







Do lado do parque, o mar:


Tinha até uns loucos praticando kitesurf


Fotos da praia em si, de perto, fico devendo. Tava um vento glacial, insuportável. Corri pra dentro do carro, que tava quentinho, e continuamos nosso passeio até um outro cantinho bem legal e com bem menos vento:




Água transparente é isso aí
E foram assim meus 3 primeiros dias em Wellington.
A vontade que dá é de parar a cada 10 metros pra tirar uma foto. Tudo é muuuuuuuuito bonito.
Desde ontem estou fazendo uma super arrumação, desfazendo malas, rearranjando umas coisas aqui em casa. Agora há pouco terminei de arrumar a casa, então semana que vem quero começar a conhecer a cidade melhor, andar por aí, visitar o Te Papa... coisa pra fazer é o que não falta.
Novidades a qualquer momento, diretamente do outro lado do planeta.
Abraços e beijos a todos e deixem comentários contando as novidades por aí.